Quando não decidir já é uma decisão

Em certos momentos da vida, ficar em cima do muro é a pior decisão que se pode tomar. Ela pode sim ser a mais fácil, aquela que preserva, ou que em um primeiro momento parece ser a mais sensata, mas não se iluda, não ter lado na verdade é ter um lado.

Quando você não decide, a realidade é que você já esta decidindo, mas não teve ânimo (para não dizer outra palavra) de expressar o que realmente pensa ou o que realmente quer.

Não escolher é também aceitar que você não terá direito algum de reclamar do que for colocado para você.

Se não opinou, não pode criticar, entendeu? Se você optou pelo silêncio, seu direito de falar foi comprometido. É um simples jogo de “causa e conseqüência”.

Decidir por algo requer ânimo (para não dizer outra palavra), requer embasamentos e justificativas. Dá trabalho, trabalho mental, e como ultimamente as pessoas não estão querendo exercitar seus cérebros, é mais fácil soltar um “tanto faz” e fingir que não é com você.

Escolher, ter um lado e uma posição também traz desgastes, e os mais diversos possíveis, mas também é valoroso, independente do que você defenda.

Opinar também é um ato de responsabilidade, é um ato de coragem para sustentar aquilo que você acredita.

O que escrevo hoje, independe se vou concordar ou não com você. Como diria Voltaire, “Eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo”, mas PELO AMOR DE DEUS, DIGA!!!

por, Dani Rabelo

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